segunda-feira, 30 de abril de 2007

Memórias - 1







Porquê Sticadas?
A partir de hoje poderão compreender melhor a origem do nome deste blog. Começo por uma foto de 1974... que estilo!

quinta-feira, 26 de abril de 2007

25 de Abril sempre… e para todos

Ano após ano os discursos de 25 de Abril apontam no sentido do divórcio crescente dos portugueses perante a data, do fosso que aumenta entre eleitores e eleitos, da indiferença entre população e partidos políticos. Neste dia é também recorrente, a referência ao desinteresse dos jovens pela política, e que todos os políticos devem criar condições atractivas com vista ao aumento dos níveis de participação da juventude.
Julgo serem preocupações pertinentes, mas não basta falar, como poderão as comemorações do 25 de Abril serem atractivas, se o modelo tem “barbas”? De que forma os eleitores podem ver nos eleitos os seus representantes legítimos, se só forem chamados a participar civicamente de quatro em quatro anos?
Com uma classe política fechada sobre si própria, fazendo dos partidos estruturas estanques, dificilmente a população reconhecerá nos partidos a sua importância fundamental para a consolidação da democracia. Este conjunto de factores, acrescido do facto, para mim lamentável, de ainda vermos na política activa demasiadas caras que já eram vistas nos finais dos anos 70 e princípio dos anos 80, leva-me a pensar que dificilmente os jovens possam ter aspirações legítimas a serem parte integrante das estruturas partidárias. Não sou a favor da limitação de mandatos, mas reconheço que para alguns é um mal necessário.
Para terminar, acho pertinente deixar no ar uma questão, porque razão os nascidos na década de 60, que foram as cobaias do sistema democrático, que eram apontados como a geração que iria herdar tudo o que a liberdade tinha devolvido ao povo português, sejam vistos em tão reduzido número nos órgãos partidários e como eleitos a nível nacional e local?

25 de Abril sempre… e para todos

terça-feira, 24 de abril de 2007

Alenquer merece melhor

Perante a lei, todos temos o direito de nos candidatarmos a órgãos autárquicos, até aqui não vejo qualquer obstáculo à candidatura de um qualquer cidadão. O que um cidadão consciente da realidade futura do Concelho de Alenquer deve ter, é sentido de introspecção para avaliar das suas reais capacidades para um cargo que não pode ser um mero capricho egocêntrico.
A notícia da candidatura do Dr. Porem à presidência da Câmara Municipal de Alenquer, deixou-me em estado de choque. Porquê? Pensava eu que em 2007 já estávamos livres de “Janecas” (sem ofensa para o Janeca que é um tipo sério), pois presidir a uma Câmara Municipal tem que ser um desígnio de gente capacitada e preparada, e não um brinquedo que se dá a um miúdo birrento. O paralelismo com o Janeca tem também a ver com o gosto que ambos nutrem por dizer umas graçolas em público, e por serem inconsequentes nas suas dissertações.
Porque razão só agora se candidata o famoso Dr. a tão exigente cargo? Coragem não será, pois esperar que Álvaro Pedro esteja de saída, para avançar com uma candidatura, é no mínimo, tentar dissipar o risco de uma enorme derrocada eleitoral, mas todos sabemos que este é um sonho antigo do candidato a candidato. Alenquer já está farta de “empatas” e de políticos que só olham para o seu umbigo, e concerteza que Porem, com os seus comportamentos pouco democráticos, não traz nada de novo ao panorama político Alenquerense.
Como se aperceberão, o que escrevo aqui leva a crer que não morro de amores pelo Dr. Porem, mas tenho as minhas razões.
Passados 33 anos do 25 de Abril de 1974, era bom que se vissem outras caras, Alenquer precisa de sangue novo, de gente pura e decidida, Alenquer merece melhor.

segunda-feira, 16 de abril de 2007

Tenho 9 cachorros para dar

São filhos da minha Golden Retriever e de pai incógnito (a cadela sabe quem foi, mas não consigo arrancar-lhe o nome do "desgraçado").

Contactos: 919840993 - 919050200 - pedromatospires@sapo.pt